‘Só espero que minha filha seja a última vítima desse monstro’, diz mãe de estuprada no HRMS

Com muita revolta na voz, a advogada de 56 anos espera por justiça, após a filha de 36 anos ser estuprada por um enfermeiro, quando estava internada com Covid-19 no Hospital Regional de Campo Grande. Nesta terça-feira (9), a mulher teve alta do hospital e já está em casa aos cuidados da mãe. A mãe […]
| 10/02/2021
- 15:37
‘Só espero que minha filha seja a última vítima desse monstro’, diz mãe de estuprada no HRMS
Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian, em Campo Grande. (Edemir Rodrigues, Subcom-MS) - Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian, em Campo Grande. (Edemir Rodrigues,

Com muita revolta na voz, a advogada de 56 anos espera por justiça, após a filha de 36 anos ser estuprada por um enfermeiro, quando estava internada com no Hospital Regional de Campo Grande. Nesta terça-feira (9), a mulher teve alta do hospital e já está em casa aos cuidados da mãe.

A mãe disse ao Jornal Midiamax, “espero que minha filha seja a última vítima desse monstro”. A advogada conta que logo após a filha ser internada, no dia 3 deste mês o enfermeiro teria se apresentado como o profissional que cuidaria da paciente à noite. No mesmo dia, ele teria entrado no quarto e passado as mãos no corpo da paciente, que estava no oxigênio impossibilitada de se defender. Ele ainda segundo om relato da mãe da mulher teria passado óleo nas mãos e introduzido os dedos no órgão genital da vítima.

A paciente ao sentir o abuso começou a se debater e tentar impedir que o homem conseguisse subir na cama para consumar o ato. Nesse momento, ela teve uma piora no quadro e outros profissionais tiveram de ser acionados para reverter o quadro da paciente.

A mãe da mulher ainda relatou ao Jornal Midiamax, que no dia anterior uma idosa que estava também no quarto teria começado a gritar dentro do banheiro quando ele estava dando banho nela para que parasse, já que a estava machucando. Foi quando o enfermeiro teria dito, “Você não faz meu tipo”.

“O que ele fez foi uma barbaridade, minha filha estava debilitada e não tinha como se defender”, disse a dina de casa. Ela ainda afirmou que a filha não consegue dormir à noite assustada. “O emocional dela está muito abalado”, falou.

Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) assumiu as investigações de estupro cometido contra a paciente de 36 anos, e as imagens de câmeras de segurança da unidade de saúde, bem como a escala de plantão dos servidores que estavam de serviço na data dos fatos já foi solicitada.

A delegada requisitou ainda oitiva com o corpo de enfermagem que estava no plantão. Os funcionários devem ser ouvidos nesta semana. Também deve ser realizado o depoimento da paciente, que poderá comparecer logo que estiver em condições.

“Até o momento a autoria não foi identificada, no entanto, a partir do recebimento da escala de plantão dos servidores, será possível a qualificação do suspeito. Após o das diligências, a Deam informará as conclusões da investigação, com a apuração da autoria e materialidade”, disse a polícia em nota.

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Ele estava sem as calças e enrolado em um cobertor

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