Em regime de urgência, os vereadores de aprovaram a isenção da (Custeio da Iluminação Pública) para 35 mil famílias inscritas na da energia, durante três meses, devido à pandemia de (). Foram 21 votos favoráveis, nenhum contrário, mas sete parlamentares não estavam no plenário, portanto, deixaram de votar.

A medida foi anunciada pelo prefeito Marquinhos Trad () há duas semanas, quando o Projeto de Lei Complementar 686/20 foi apresentado na Casa de Leis. Contudo, até então, não tinha sido votado. As famílias da tarifa social foram isentas pelo governo federal, de pagar contas de , mas os impostos administrados pelo Estado e município continuariam a ser cobrados, caso projetos de isenção não fossem aprovados.

Pelo Governo do Estado, é cobrado ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), já isento, e, pelo Executivo municipal, é a Cosip, cuja anulação temporária foi aprovada nesta terça-feira. Em Campo Grande, há 35 mil famílias que se enquadram na medida.

Votaram a favor

Os vereadores Delegado Wellington, Ademir Santana, Enfermeira Cida Amaral, Junior Longo, todos do PSDB, votaram a favor. Além deles, Enfermeiro Fritz, Chiquinho Telles, Odilon de Oliveira, Otávio Trad e Valdir Gomes, da bancada do PSD, também.

Do MDB, os parlamentares Dr. Loester, Dharleng Campos e Dr. Sami. Pastor Jeremias, do Avante, votou favorável, assim como Veterinário Francisco (PSB), Carlão (PSB), Gilmar da Cruz (Republicanos), Betinho (Republicanos), Cazuza (PP), Ayrton Araújo (PT), Willian Maksoud (PTB) e Eduardo Romero (Rede).

Estavam ausentes no plenário, portanto, não votaram a medida, os vereadores Antônio Cruz, Dr. Lívio, João César Mattogrosso, os três do PSDB, além de Papy (SD), André Salineiro (Avante). Dr. Cury (DEM) e Vinicius Siqueira (PSL) também não estavam presentes, mas enviaram justificativas anteriormente.