Reinaldo empossa novo delegado-geral em MS com missão de 'corrigir fragilidades e aprimorar virtudes'

Durante discurso, governador destacou que Roberto Gurgel saberá 'corrigir defeitos' que possam existir na Polícia Civil
| 22/02/2022
- 15:58
Reinaldo empossa novo delegado-geral em MS com missão de 'corrigir fragilidades e aprimorar virtudes'
(Henrique Arakaki, Midiamax)

Durante a posse do novo delegado-geral, Roberto Gurgel, na manhã desta terça-feira (22), na Governadoria, em Campo Grande, disse que a missão agora é “corrigir fragilidades e aprimorar virtudes”. A posse de Gurgel se deu após a saída de Adriano Garcia Geraldo, na última sexta-feira (18). 

A saída de Adriano aconteceu dias depois do delegado se envolver em uma briga de trânsito que acabou em perseguição e tiros disparados por ele contra o carro de uma jovem de 24 anos, na Avenida Mato Grosso, em Campo Grande. 

Durante o discurso, o governador destacou que Roberto Gurgel saberá ‘corrigir defeitos’ que possam existir na Polícia Civil. “A Segurança não pode ser dividida em partes, tem que ser integração do todo”, afirmou Reinaldo. O governador ainda disse confiar no trabalho que Gurgel fará a frente da DGPC (Delegacia Geral da Polícia Civil).

O secretário da Sejusp-MS (Secretária de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul), Antônio Carlos Videira, disse, durante a posse de Gurgel, que Adriano será investigado por abuso de poder. O laudo com as perícias feitas deve ficar pronto em 30 dias. Segundo o secretário, são duas investigações que correm paralelas: uma administrativa por se tratar de agente da segurança pública e uma pela Polícia Judiciária, após os tiros dados contra o carro da jovem de 24 anos, na última semana em uma briga de trânsito que acabou em perseguição na Avenida Mato Grosso.

Ainda segundo Videira, Adriano irá para o Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), onde irá participar de um projeto de modernização da rádio comunicação. Adriano pediu dispensa do cargo, na última sexta-feira (18), após o episódio, com a seguinte alegação em ofício: “Considerando que por questões de cunho pessoal e familiar, opta por colocar à disposição de Vossa Excelência a função em apreço, cujos motivos que ensejaram a presente tomada de decisão serão esclarecidas pessoalmente em momento oportuno”. 

Veja também

Últimas notícias