Polícia apresenta quadrilha que roubou bijuterias acreditando ser jóias

Segundo o delegado, quando os bandidos descobriram que a maioria das mercadorias se tratava de bijuterias, ficaram frustrados

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Segundo o delegado, quando os bandidos descobriram que a maioria das mercadorias se tratava de bijuterias, ficaram frustrados

Acreditando estar roubando jóias de ouro, quando na verdade a maioria se tratava de bijouterias, quatro homens foram presos por policiais da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos).

O roubo ocorreu no dia quatro de março e o bando foi preso três dias depois. Um comparsa, identificado apenas como Bruno, ainda está foragido.

Segundo o delegado Fabio Peró, a vítima, uma mulher de 38 anos, foi abordada na madrugada do domingo (4), por volta das 2h, quando chegava em sua residência, no bairro Zé Pereira. Um dos presos, Lenil Prette Justiniano, 19 anos, que mora no bairro, teria passado aos colegas que a mulher vendia jóias.

Diante das informações, ele e mais quatro homens: Evandro Souza de Figueiredo, 33 anos, Odevilson Martines Maldonado, 30 anos, Israel Alfaro de Almeida, 30 anos e um quinto homem planejaram o assalto.

Foi Evandro quem abordou a vítima. Ele entrou com a mulher na casa e depois vieram os comparsas, com exceção de Israel que os buscou em um carro Golf e os tirou do local. Da residência, eles levaram duas malas de mercadorias, um celular e R$ 1,2 mil em dinheiro.

Evandro também retirou a vítima da casa, no carro dela, um Ford Ka, e ficou dando voltas com a mulher até deixá-la no bairro Cerejeiras.

Três dias depois do assalto, já identificados os criminosos, a polícia fez campana no bairro Moreninhas e prendeu Evandro. Com ele, os policiais encontraram o revólver calibre 38. Edevilson também foi preso na mesma ação, com ele estava o revólver calibre 22.

Na delegacia, os dois confessaram o crime e contaram como tudo foi planejado.

Já no dia 10 de março, a Polícia prendeu Lenil. Na data, ele foi preso por tráfico de drogas. Foi ele quem delatou Israel.

Israel disse não ter nada a ver com o assalto, segundo ele, apenas deu carona aos amigos e não sabia o que estava acontecendo.

Os criminosos vão ser indiciados por roubo qualificado pelo concurso de pessoas e uso de arma de fogo. Todos têm passagem pela polícia, Evandro, inclusive, tem passagem por latrocínio – roubo seguido de morte.
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