A carga horária do curso será de 32 horas

Na semana da enfermagem, a Prefeitura de Campo Grande por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), promove a primeira semana dedicada aos profissionais da área, na Unidade de Pronto Atendimento Integrado (PAI). O curso para mais de 100 profissionais começou nesta terça-feira (19) e termina na próxima sexta-feira (22).

No período matutino, o curso é realizado das 8h às 11h para atualização de identificação do influenza, vírus da gripe, que provoca febre, dores de garganta e outros sintomas. Esta oficina está a cargo da enfermeira Mariah Barros. A atualização de classificação de risco pediátrico, enfermeira, Márcia Estela; parada cardiorrespiratória pediátrica, enfermeiro Gustavo Maidana; ventilação básica pelo enfermeiro Carlos César, especialista em tratamento para pacientes críticos.

No período vespertino das 14h às 17 horas está sendo oferecidos cursos na atualização em notificação compulsória, com a enfermeira Maria Estela; classificação de influenza, enfermeira Mariah Barros responsável pela URR; segurança do paciente, enfermeira Fernanda Rodrigues e ventilação básica pelo enfermeiro Carlos César, especialista em tratamento para pacientes críticos.

De acordo com a enfermeira Gislei Souza da Sesau, a carga horária do curso será de 32 horas e serve de incentivo profissional aos técnicos de enfermagem e aos que comemoram a semana dos profissionais que acontece entre os dias 12 a 20 de maio. “Além do curso de atualização, vamos distribuir brindes para os profissionais da enfermagem como: livros, acessórios de esportes e aparelho medidor de pressão”.

Para diretora de Vigilância em Saúde da Capital e diretora do PAI, Márcia Dal Fabro, frequentemente surgem novas técnicas de atendimento na saúde. “Estamos repassando para os profissionais estas atualizações. Quanto mais informações, melhor o atendimento dos pacientes”, comenta.

A enfermeira Eliane participante da oficina para identificação do vírus da influenza disse que é possível combater a doenças e evitar complicações. “Já temos noção de como identificar os sintomas da doença como, por exemplo, a crise de tosse aguda. Todas as informações sintomáticas dos pacientes serão repassadas para a Unidade de Resposta Rápida e os pacientes serão atendidos com emergência e dessa forma serão evitadas as complicações mais graves”, frisa.

Para o técnico de enfermagem, Bruno Demundo, a capacitação e atualização é um incentivo para os funcionários da saúde. “Sempre estão surgindo novas doenças e a gente tem que atualizar o conhecimento. Nós aprendemos identificar os casos das doenças de coqueluche e meningite que são graves e complicadas de ser tratadas. Quanto mais informações sobre o estado clinico do paciente é melhor. Dessa forma podemos passar o sintoma dos pacientes aos médicos e o diagnóstico sai mais rápido”, frisou. 

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