Com a nova decisão judicial, o parlamentar foi reintegrado às suas funções e já está autorizado a participar da sessão que acontece na próxima segunda-feira (6). Procurada pela reportagem do Midiamax, a Câmara Informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que o departamento jurídico analisa os efeitos da medida e também se vai recorrer da medida que suspendeu os trabalhos da Comissão Processante.

Autor de pedido de cassação do mandato de Diogo Castilho, o advogado Daniel Ribas questionou a decisão do Tribunal de Justiça de MS e disse ao Midiamax que o sigilo processual nestes casos é para proteger a vítima e não o agressor, como está sendo entendido pela Justiça.

“A Câmara já ouviu a vítima, os policiais que atenderam a ocorrência e certamente obtiveram provas independentes e aptas a cassação pela quebra de decoro parlamentar. Talvez eu é que deva ser punido por apresentar a verdade, por apresentar provas do crime que o vereador cometeu”, criticou Ribas.

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