Apesar de sugerir o debate, Nelsinho reconheceu a importância do réveillon e para a economia brasileira. No entanto, apontou que festas com aglomerações podem colocar em risco o controle da pandemia no país.

Assim, destacou que o Senado deve discutir o assunto, pois “é uma situação que carece realmente de um debate”. O pesquisador da Fiocruz, Hermano Castro, lembrou que o país passa por 100 a 200 mortes diárias e pontuou que grandes eventos atraem públicos de outros países.

“Então, como a gente vai tratar de eventos que atraem turistas do mundo inteiro? É um risco para todos”, alertou Hermano. “Não estou aqui para colocar água no chope de ninguém, de cidade nenhuma que tem, no Carnaval, o principal mecanismo para impulsionar o turismo. Mas estou aqui com uma responsabilidade sobre os ombros, de passar para a sociedade brasileira o que significa uma situação dessa natureza”, disse Nelsinho.

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