Abre na quinta-feira (5) a , brecha eleitoral que permite aos os vereadores trocarem de partido para concorrer à eleição majoritária ou proporcional de outubro. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) autoriza mudanças até 3 de abril.

O mecanismo existe para o parlamentar migrar de sigla sem que a situação seja enquadrada em infidelidade partidária. Fora do período aberto em ano de eleição, o político com mandato pode mudar de legenda, mas, nestes casos, corre o risco de perder o espaço no Congresso.

Na Câmara Municipal de , a movimentação já começou nos bastidores e o vereador André Salineiro anunciou anteriormente que vai mesmo trocar o pelo DEM. Outros sete parlamentares que ensaiam saída comentam apenas possibilidades de siglas, mas não confirmam oficialmente os rumos, afirmando que a decisão sairá nos 29 dias de janela partidária.

A mudança prevista com a brecha eleitoral fará com que bancadas desapareçam, ampliem ou diminuam nos Legislativos municipais. Neste ano, a legislação não permitirá a formação de coligações na chapa de vereadores, cenário que é levado em consideração pelos parlamentares na hora de decidir a agremiação partidária.