De olho em uma eventual investida por parte de criminosos ligados ao ‘novo cangaço’, na fronteira entre Brasil e Paraguai, o BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e o 4º Batalhãoo da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul realizam na próxima quarta-feira (23) um treinamento em Ponta Porã.

O objetivo da simulação, de acordo com informações do tenente coronel da PM, Vinicius de Souza Almeida, é preparar as forças policiais para situações emergenciais decorrentes de ações criminosas contra instituições financeiras.

“Teremos a presença de todas as forças policiais, a partir das 22 horas, alertamos aos moradores de que trata de uma simulação e de que haverá explosões, tiros de festim. Não se preocupem”, alerta o comandante do BOPE em vídeo que circula em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.

O Plano de Defesa foi desenvolvido por especialistas da PM e envolve toda a estrutura operacional da PMMS, além da integração com outras instituições como a PRF, Polícia Civil, Polícia Federal, Guarda Municipal, Bombeiros, Associação dos Comerciantes e outros colaboradores civis que permanecerão sob sigilo para preservação da segurança de cada um dos participantes.

O ‘novo cangaço’ é uma modalidade de crime que vem ocorrendo no Brasil e já atingiram estados vizinhos, como São Paulo, Santa Catarina e Paraná. As ações dos grupos criminosos geram pânico e medo na população, e em alguns locais, resultaram em mortes, entre policiais e a população local.

O ‘novo cangaço’ é uma modalidade de crime que vem ocorrendo no Brasil e já atingiram estados vizinhos, como São Paulo, Santa Catarina e Paraná. As ações dos grupos criminosos geram pânico e medo na população, e em alguns locais, resultaram em mortes, entre policiais e a população local.

“A finalidade é preparar os policiais, mas também constitui um marco da integração das forças de segurança pública dos países, uma vez que envolve a Polícia Nacional do Paraguai”, explica o delegado Luccas Rodrigues Gomes, da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, que participa reuniões preparativas para o treinamento.

Representantes das forças policiais explicam as ações que acontecem na fronteira (Foto: Divulgação)