Na contramão, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) negou os fatos informados pela presidiária e destacou que o presídio está equipado para barrar a entrada de entorpecentes.

“A Agepen informa que, no sentido de barrar a entrada de ilícitos, equipou o Estabelecimento Penal Feminino ‘Irmã Irma Zorzi’ com escâner corporal (raio-x) para revista das pessoas que adentram a unidade prisional, bem como com escâner de objetos. Foi melhorado o sistema de monitoramento por câmeras, além da instalação de mais refletores e concertinas, com o objetivo de reforçar toda a segurança do local”, diz a nota encaminhada ao Jornal Midiamax.

Ainda segundo a Agepen vistorias estão sendo realizadas rotineiramente nas celas da unidade prisional, com intensificação dessas inspeções nos últimos dias.

Na denúncia, a detenta também citou nomes de servidoras que supostamente estariam facilitando a entrada de drogas no presídio. A Agepen também negou os fatos: “As duas servidoras têm postura rígida com relação à disciplina das internas e não há nenhum indício referente ao que está sendo denunciado. De qualquer forma, a informação será apurada”, disse em nota.

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