Vivendo o vilão Antônio La Selva em “Terra e Paixão”, novela das nove da ambientada em , o ator Tony Ramos passou um período no Estado gravando sequências externas para o folhetim. Não só ele, como Glória Pires, Bárbara Reis, Cauã Reymond e outras estrelas que protagonizam a trama.

Só que pouco se sabe a respeito das impressões de Tony Ramos sobre MS. Por isso, diante da curiosidade dos sul-mato-grossenses, o ator respondeu a alguns questionamentos do Jornal Midiamax e falou um pouquinho das experiências que vivenciou nas regiões de e Deodápolis.

Tereré para Tony Ramos

Primeiro, em relação ao tereré, Tony afirmou que não só tomou em Mato Grosso do Sul, como também consome a bebida típica de MS em cena. Contudo, o artista garantiu que o contato com a tradição não foi nenhuma novidade.

“Eu já conhecia o tereré, conheço muito o chimarrão, conheço muito esse Brasil, então nada me é estranho. Pelo contrário, é o reencontro de prazeres bons”, garante o vilão de “Terra e Paixão”.

Natural de Arapongas, no Paraná, Tony realmente deve ter passeado por essas culturas, já que seu Estado de origem também é adepto do tereré e do chimarrão, além de se localizar em uma área estratégica, que liga o sudeste, o sul e o centro-oeste do Brasil, englobando assim costumes diversos.

“Desafio” e leitoa

Além do tereré, Tony também comentou sobre o “desafio” dos dias em Mato Grosso do Sul. “Foi muito legal, passei um mês gravando cenas fundamentais para minha personagem para a novela. E foi muito importante para a Bárbara, o Cauã, o Johnny, a Glorinha”, pontuou o ator.

“Esse núcleo [principal] todo tinha que enfrentar desafios novos, que eu falava lá entre nós: ‘gente, não é desafio, é luta, é estímulo, são estímulos novos'. O Walcyr está muito inspirado”, disse Tony Ramos, mencionando o autor da obra, Walcyr Carrasco.

Por fim, ele deu sua opinião a respeito de um episódio da estadia em MS que ficou marcado para os sul-mato-grossenses: quando comeu uma leitoa assada no tambor na fazenda Annalu, em Deodápolis. Naquela data, Tony Ramos e a equipe da TV foram recebidos com um almoço farto.

Imagens compartilhadas por moradores mostravam o veterano de 74 anos “batendo um pratão”. Mas, será que essa leitoa estava realmente boa? Perguntamos a Tony, que respondeu de forma breve: “Houve um dia que teve uma leitoa. Leitão é bom sempre”, encerrou ele.

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