Para evitar prejuízos, CDL defende adiamento do Dia das Mães para agosto

As restrições impostas ao comércio a fim de conter o avanço da Covid-19, causada pelo novo coronavírus, tornaram nebulosas as expectativas de faturamento com o Dia das Mães, comemorado daqui a três semanas. É que por mais o comércio tenha contato com flexibilizações em todo o Estado, parte do setor crê que o isolamento social […]
| 25/04/2020
- 12:25
Para evitar prejuízos, CDL defende adiamento do Dia das Mães para agosto
Foto: (Leonardo França, Midiamax). - Foto: (Leonardo França, Midiamax).

As restrições impostas ao comércio a fim de conter o avanço da Covid-19, causada pelo novo coronavírus, tornaram nebulosas as expectativas de faturamento com o Dia das Mães, comemorado daqui a três semanas. É que por mais o comércio tenha contato com flexibilizações em todo o Estado, parte do setor crê que o pode afetar a comemoração da data.

Assim, apesar de não ainda não haver uma proposta oficial, uma articulação pela mudança da data para o mês de agosto já é sinalizada desde os últimos dias, até mesmo pelo governador de São Paulo, João Dória (PSDB). Em Campo Grande, a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) afirmou na sexta-feira (24) que vê como positiva a estratégia de adiamento.

Para o presidente da CDL de Campo Grande, Adelaido Vila, a estratégia pode trazer esperança ao setor, que enxerga no Dia das Mães a principal data comercial do primeiro semestre.

“Entendemos que é extremamente importante essa discussão, porque o Dia das Mães é o Natal do primeiro semestre, é um momento muito importante para a economia. Mas, do jeito que está o processo de afastamento social, infelizmente é impossível comemorar a data agora. Avaliamos que não tem condições. O adiamento é a coisa mais favorável possível, nesse momento, mas depende de alguns fatores”, avalia.

Vila considera que a mudança precisaria de amparo federal e adesão de grandes empresas. Segundo ele, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) está engajada na avaliação, que poderá ter uma decisão até a próxima semana.

“Para que possamos entender o impacto, é importante que ela seja amparada pelo , porque aí as grandes empresas entrariam numa grande campanha pelo adiamento do Dia das Mães. Todos nós entendemos que, para que isso não gere uma confusão mental no mercado, é necessária intervenção do governo federal”, conclui.

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