Agência americana diz que vacina da Johnson & Johnson pode causar doença rara
Órgão recomenda dar preferência às vacinas de mRNA, mas frisa que qualquer imunizante é melhor do que não estar vacinado
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Devido ao surgimento de uma rara enfermidade que provoca coágulos sanguíneos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomendou nesta quinta-feira (16) o uso preferencial de vacinas de mRNA contra a covid-19 em vez do imunizante de dose única da Johnson & Johnson.
A recomendação da Acip veio após análises sobre as últimas conclusões sobre eficácia e segurança das vacinas e o surgimento de efeitos adversos raros, acompanhadas de uma avaliação dos estoques de imunizantes nos Estados Unidos.
Casos de síndrome de trombose com trombocitopenia (TTS), que envolvem coágulos sanguíneos acompanhados de um baixo nível de plaquetas, foram observados anteriormente em pacientes que receberam a vacina da J&J. As pessoas mais afetadas são mulheres de idades entre 18 e 48 anos.
Segundo o CDC, o índice de ocorrência desses incidentes cresceu, tanto entre mulheres como entre homens. A agência identificou mais de 50 casos de TTS nos Estados Unidos, o que equivale a 3,83 casos por milhão de doses aplicadas. Ao menos nove pessoas morreram em consequência de incidentes com coágulos sanguíneos nos EUA.
Qualquer vacina é melhor do que não estar vacinado
Os membros do painel da Acip também concluíram que a vacina da J&J é menos eficaz no combate ao coronavírus em comparação com os demais imunizantes. O comitê, porém, reafirmou que é melhor receber qualquer vacina do que não estar vacinado.
As pessoas que não estiverem aptas ou que optarem por não receber as vacinas de mRNA continuarão tendo acesso aos imunizantes da J&J, informou o CDC em nota. Em abril, a agência reguladora americana Food and Drug Administration (FDA) suspendeu temporariamente a aplicação das vacinas de dose única após algumas pessoas desenvolverem uma rara doença causadora de coágulos sanguíneos, após receberem o imunizante.
Em nota, a Johnson & Johnson informou que vai cooperar com o CDC para encontrar soluções.
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