A rachadinha rendeu escândalos nacionais recentes. Mesmo assim, tem político em Mato Grosso do Sul que parece ignorar os riscos de desviar parte dos salários de nomeados em cargos públicos.

Assim, tem gabinete onde os assessores estão desesperados com a informação de que devem devolver uma parte dos salários. Pressão está grande e ninguém teve coragem de questionar a ordem ainda.

No entanto, equipe procura uma forma de ‘alertar’ o parlamentar sobre como a situação é, além de surreal, perigosa.

Segundo contam, o sujeito decidiu ‘organizar’ a rachadinha depois que readequou os salários dos assessores com portarias que melhoraram adicionais. Desta forma, em alguns casos, quase tudo de aumento foi requisitado para ‘manter os custos extras do gabinete’.

Rachadinha já rendeu reclamações na mesma Casa em MS

Não é a primeira vez que gabinete na mesma casa legislativa se vê às voltas com empolgação de políticos sobre os ganhos dos nomeados.

A rachadinha já assumiu diversas formas e foi chamada em Mato Grosso do Sul de ‘dízimo’, ‘contribuição partidária’, ‘rachid’ ‘pedágio’ e ‘troco’.

Segundo os relatos, gabinetes das mais variadas orientações ideológicas e partidárias consideram normal a prática. Até mesmo entre os assessores jurídicos da Casa, não há consenso.

“Tem gente que enxerga enquadramento como improbidade administrativa, mas outros acham que cabem também ilícitos tipificados no Código Penal como peculato, corrupção passiva ou concussão”, explica jurista nomeado há mais de 10 anos no órgão.

Apesar disso, ficou famosa decisão de outro parlamentar na mesma casa. Questionado anos atrás, gastou com farta argumentação defendendo que não há crime nem improbidade quando o servidor nomeado ‘resolve doar parte do salário que recebe do cofre público ao parlamentar’ sem ser obrigado.

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