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Política

Eleição suplementar em Sidrolândia pode ficar entre ex-primeira-dama e ex-prefeito

Marcada para 11 de abril, a eleição suplementar para prefeito de Sidrolândia, município da região central de Mato Grosso do Sul, deve reunir figuras conhecidas do eleitor. O prefeito eleito em novembro, Daltro Fiúza (MDB), teve a candidatura impugnada, situação que não foi revertida na última instância, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Desde 1º de […]
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Marcada para 11 de abril, a eleição suplementar para prefeito de , município da região central de Mato Grosso do Sul, deve reunir figuras conhecidas do eleitor. O prefeito eleito em novembro, Daltro Fiúza (MDB), teve a candidatura impugnada, situação que não foi revertida na última instância, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Desde 1º de janeiro, a presidente da Câmara Municipal, Vanda Camilo (PP), exerce interinamente a chefia do Executivo. Segundo o site Região News, Enelvo Felini (PSDB) deve disputar o cargo novamente.

Desta vez, segundo o site Região News, Enelvo tenta atrair o empresário Moacyr de Almeida Filho (MDB) para compor a chapa como vice. Porém, o diretório municipal é comandado por Daltro Fiúza.

O quer lançar a esposa, Rosi Fiúza, à prefeitura. Para isso acontecer, o casal precisa manter o arco de partido que apoiou Daltro em 2020.

O PP de Kennedi Forgiarini, que foi vice de Enelvo, não se manifestou ainda. Dentro da legenda, a prefeita interina Vanda Camilo quer ser formalmente conduzida pelas ao Paço Municipal.

Entenda

Enelvo foi prefeito entre 2001 e 2004, mas não disputou a reeleição. Tentou voltar ao cargo em 2012, mas teve a candidatura cassada e uma eleição suplementar foi convocada, que deu vitória a Ari Basso (PSDB).

Foi eleito suplente de deputado estadual em 2014, assumiu o comando da (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), mas foi convocado para assumir uma cadeira na Alems (Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul), entre 2017 e 2018.

Sem se reeleger, foi nomeado diretor-presidente da Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), só deixando o cargo em 2020 para disputar novamente a prefeitura. Acabou derrotado por Fiúza.

O emedebista teve 46,44% dos votos em 2020, mas não assumiu o cargo por ter sido enquadrado na Lei da Inelegibilidade (LC 64/1990). Ele administrou o município por dois mandatos (de 2005 a 2012), mas tem uma condenação por administrativa.

Ele ficou com a candidatura sub judice e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta semana manter a sentença de primeira instância. Com a impossibilidade de novos recursos, o TRE convocou nova eleição.

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