Com poucos meses de vida, a pequena Júlia passou a sofrer com crises de convulsões, forte dores nos corpo, principalmente na cabeça e nas pernas, e manchas que se assemelham com alergia, dores que afligem até hoje. Desde 2016 a família busca um diagnóstico e um tratamento específico. A dor de ver a filha na situação obrigou a vender vários itens de casa e abrir uma vakinha on-line para procurar um profissional.

A já passou dias e meses em unidades hospitalares, além de baterias de exames que não chegavam a um diagnóstico. A mãe, Gabriele do Prado Lopes, de 32 anos, explica que os atendimentos resultavam em mais exames. Foram disponibilizados medicamentos para tratamentos paliativos.

“Os médicos têm o costume de falar que ‘acha' acham que é leucemia, acham que é aquele verme do porco, acham que é lúpus eritematoso, acham que é doença autoimune, mas tudo eles acham, o que nos deixa muito aflitos e após anos nos deixa desesperados. Já ouvi de tudo, até que ela não iria sobreviver. É minha filha, a dor dela é minha”, disse.

O início dos sintomas surgiu em 2016, com convulsões e placas pelo corpo, que pareciam alergias. Desde então, as crises aumentam para outros sintomas. A família ingressou com ações na justiça para agilizar procedimentos específicos. Há uma sentença da de Mato Grosso do Sul que determina a liberação de atendimento em 2021.

“Em 2021 teve uma sentença, mas a mesma não foi cumprida, com isso, a Júlia segue sem diagnostico ou se quer laudo fechado. Quero muito levar minha filha no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, mas até hoje não consegui ser encaminhada pelo Sus para lá. Por isso abri rifa, vendi coisas e agora a vakinha”.

A meta é alcançar R$ 40 mil para a consulta, exames e tratamentos que os médicos determinarem. Clique aqui para ajuda e conhecer mais a história.