Funcionários questionam força-tarefa e denunciam sujeira na Sesau

Revolta ocorreu após prisão de empresário em conveniência 
| 16/12/2015
- 00:13
Funcionários questionam força-tarefa e denunciam sujeira na Sesau

Revolta ocorreu após prisão de empresário em conveniência 

A força-tarefa iniciada nesta terça-feira (15) pela Prefeitura, em conjunto com a Polícia Civil para encontrar focos de mosquitos , transmissor de três doenças, gerou questionamento entre funcionários da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). Eles entraram em contato com a equipe do jornal Midiamax, para denunciar sujeira no pátio do órgão municipal.

A revolta deu-se, especialmente, após um empresário da Capital ter sido levado até a delegacia, após as equipes localizarem focos do mosquito em uma loja de conveniência na Rua Antônio Maria Coelho. “Acho um absurdo mandar prender uma pessoa e não limpar o pátio da própria secretaria. Pagamos impostos com 200% de aumento, somos multados se jogam lixo nos terrenos, mas a própria secretaria não dá o exemplo”, disse um funcionário, que preferiu não se identificar.

Conforme a denúncia, nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) dos bairros Nova Bahia e Coronel Antonino, também já foi constatado o acúmulo de lixo, porém nenhuma ação de limpeza foi realizada pelo poder público. “Há meses os funcionários pedem a limpeza, mas ninguém faz. Lógico que todos temos que cuidar dos nossos quintais, mas é ridículo ver o secretário lá fazendo papel de cidadão consciente o pátio da própria Sesau estar nesse estado”, finaliza. 

De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, foi feito um serviço de limpeza no pátio da secretaria dias atrás. As fotos, segundo assessoria, foram encaminhadas para a Sesau, porém, até o fechamento desta matéria, ainda não houve resposta sobre o assunto. 

Fiscalização

Os agentes de saúde, acompanhados de policiais civis e de agentes da Vigilância Sanitária começaram nesta terça-feira (15) a inspecionar imóveis desocupados e que os proprietários não deixavam os agentes entrarem para verificar focos da . Aproximadamente 2 mil imóveis estão na mira das autoridades. (Texto sob supervisão de Marta Ferreira)

 

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