Simone Tebet e Frente Democrática entregam Manifesto pela Paz nas Eleições a TSE

Presidentes do Cidadania, MDB e PSDB assinam documento junto à Simone Tebet
| 13/07/2022
- 15:24
Simone Tebet
Simone Tebet é pré-candidata à presidência da república pelo MDB. - Foto: Marcos Ermínio, Midiamax.

A pré-candidata a presidente da República, Simone Tebet (MDB) entregou um Manifesto pela Paz nas Eleições ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes. O documento também é assinado pelos presidentes dos partidos que compõem a Frente Democrática.

Assinam junto à Simone: o presidente do MDB, Baleia Rossi; do Cidadania, Roberto Freire; e o presidente do Bruno de Araújo. “Lamentavelmente, as últimas eleições e a que ora se aproxima vêm registrando episódios muito preocupantes de agressividade e violência”, começam no Manifesto.

Para Simone e os presidentes dos partidos, ‘a manutenção do convívio social, com civilidade, respeito e tolerância, em nosso que está sob ameaça”. Os políticos lembram ainda que “não importa de que lado parte a violência”.

No Manifesto, defendem que qualquer ato que ‘atente contra a integridade física de qualquer pessoa tem que ser repudiado, condenado e punido com o máximo rigor da lei’. Recentemente um dirigente do PT de Foz do Iguaçu foi assassinado durante o próprio aniversário e levantou maior preocupação com atos violentos durante as Eleições.

Assim, a pré-candidata e presidentes dos partidos reiteraram o compromisso com os princípios de “boa convivência, civilidade, respeito e tolerância mútuos, ainda que mantenhamos nossas diferenças políticas e ideológicas, como deve ser numa democracia”.

Simone e presidentes propõem pacto

Foi proposto um pacto de não agressão entre todas as campanhas para todos os candidatos, partidos e coligações. "Conclamamos todos os candidatos, a todos os cargos, de todos os partidos e coligações, a manifestarem compromisso expresso e inegociável de confiança na Justiça Eleitoral, no processo de votação por urnas eletrônicas, de respeito ao resultado das urnas e de reconhecimento do vencedor, qualquer que seja”, defenderam.

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