Lideranças do MDB de MS apostam em federação com União Brasil e também com PSDB

Definição do cabeça de chapa, no entanto, é problema que será resolvido na hora certa
| 19/02/2022
- 13:53
Candidato do MDB
Carlos Marun, ex-ministro, do MDB de MS. - (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax)

Federação é 'coisa muito difícil', avalia o ex-ministro Carlos Marun (MDB), que participa, neste sábado (19), de reunião com as lideranças do partido. Mesmo assim, aposta em parceria entre o MDB e União Brasil, enquanto outros políticos incluem o em eventual aliança. Válida a partir deste ano, as federações são uma espécie de coligação, mas que precisam durar, no mínimo, quatro anos. 

"Federação é um casamento indissolúvel por quatro anos, como disse antes, nem os casamentos na igreja, de papel passado, são indissolúveis por quatro anos, mas a federação é. Então é difícil. Mas eu vejo hoje boas chances de que aconteça uma federação unindo MDB e União Brasil".

Com os dois partidos com pré-candidatos ao Governo de — no caso do MDB, André Puccinelli, e União, Rose Modesto —, em eventual federação, ambas siglas terão de chegar a um acordo, pois só um nome poderá ser lançado. Para Marun, é um problema que precisará ser resolvido, mas na hora certa.

"Se resolve. Vamos resolver, problemas se estabelecem para serem resolvidos, em estabelecida a união, temos certeza que será resolvido e que essa união com o União virá em benefício, inclusive, para candidatura do André Puccinelli".

marcio - Lideranças do MDB de MS apostam em federação com União Brasil e também com PSDB

Deputado estadual Marcio Fernandes, do MDB. (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax)

Deputado estadual, Marcio Fernandes (MDB), no entanto, aposta em federação entre MDB, União Brasil e, ainda, PSDB. "Pelo que estou ouvindo, essa federação vai acontecer. É o que temos escutado das lideranças maiores, que os três partidos vão marchar juntos durante os quatro anos".

Neste cenário, o 'problema' aumenta, uma vez que, além do MDB e União com pré-candidatos, o PSDB em MS tem também o secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel. Ou seja, entre os três, em uma federação formada, dois terão que desistir das candidaturas.

"Eu acredito que o critério para escolha de qual candidato dos três partidos irá disputar é a questão de pesquisas qualitativa e quantitativa. Penso que seria o mais justo, saber quem está à frente nos estados, se é MDB, PSDB ou União Brasil. Este é que deve ser o candidato".

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