Para não repetir ‘atraso’ de 2016, deputados querem definição do PMDB até dezembro

Vão definir se haverá candidatura própria
| 26/04/2017
- 18:49
Para não repetir ‘atraso’ de 2016, deputados querem definição do PMDB até dezembro

Vão definir se haverá candidatura própria

Os deputados estaduais Eduardo Rocha e Márcio Fernandes, ambos do PMDB, disseram que até dezembro o partido terá definição quanto à candidatura própria ao governo do Estado em 2018. O receio é repetir a demora ocorrida em 2016 para decidir quem iria disputar a Prefeitura de Campo Grande, fato que resultou na formação de chapa proporcional para vereador, somente.

Líder da bancada peemedebista na Assembleia Legislativa e vice-presidente regional da sigla, Rocha contou que no dia 1º de julho o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), deve anunciar se concorrerá ou não ao Executivo. “Realmente não podemos esperar muito. Até dezembro temos que decidir se teremos candidatura própria ou não”, disse.

Ele defende que, na hipótese de o PMDB não encabeçar chapa majoritária, que haja aliança com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Fernandes complementou lembrando do prazo dado por Puccinelli. “No dia 1º de julho temos reunião geral”. No começo da semana o senador Waldemir Moka (PMDB) já havia adiantado a preocupação quanto ao tempo.

Inclusive pontou que o erro foi ter esperado o ex-governador até o último momento antes da convenção partidária. “O erro do ano passado foi ter o mantido até o último momento. Se é candidato tem que dizer e se não for tem que dizer também”, opinou.

Passado – Após inúmeras reuniões sobre a decisão de lançar candidatura própria peemedebista, no dia 7 de julho do ano passado, Puccinelli anunciou que não concorreria à Prefeitura. Ele assinou carta na qual explicava que a pedido da família não seria o candidato do PMDB para o Executivo.

A sigla chegou a fazer pesquisa para escolha de outro nome, mas acabou lançando somente chapa proporcional que elegeu dois vereadores. À época os candidatos à Câmara Municipal foram liberados para dar apoio ao nome que quisessem majoritária e a maioria ficou ao lado da vice-governadora Rose Modesto (PSDB). (Foto ASCOM/ALMS)

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