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Estudantes do ensino fundamental de MS desenvolvem ações de combate ao coronavírus

Estudantes do ensino fundamental da Escola Estadual Floriano Viegas Machado, em Dourados, desenvolveram uma série de atividades para a prevenção e combate ao novo coronavírus, utilizando conceitos de robótica, educação e comunicação. O projeto intitulado “Rede Arara: comunicação na prevenção do Corona” teve apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecno...

Bruna Vasconcelos Publicado em 04/02/2021, às 18h25

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Estudantes do ensino fundamental da Escola Estadual Floriano Viegas Machado, em Dourados, desenvolveram uma série de atividades para a prevenção e combate ao novo coronavírus, utilizando conceitos de robótica, educação e comunicação.

O projeto intitulado “Rede Arara: comunicação na prevenção do Corona” teve apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), além de investimentos da Fiocruz em 2020, com refinanciamento para este ano, por meio da Chamada Pública para Apoio a Ações Emergenciais.

Coordenado pelos professores de Licenciatura em Física da UEMS, Cecília Nascimento e Adilson Crepalde, o projeto foi criado no ano de 2020 e contou com a participação de 18 estudantes do ensino fundamental, com idade entre 10 e 13 anos, inseridos no programa de iniciação científica júnior (PIBIC Jr). Também participaram do projeto três alunos bolsistas de extensão do curso de licenciatura em física da UEMS.

“O projeto Rede Arara foi aprovado na chamada pública de apoio a ações emergenciais junto a populações vulneráveis pela Associação de Pais e Mestres da Escola Estadual Floriano Viegas Machado e desenvolvido na colaboração Universidade-escola, por meio educação e robótica, da comunicação e divulgação científica e do ensino de ciência”, explica Cecília.

Por meio do projeto foi implementado o primeiro laboratório de robótica e impressão 3D de uma escola pública da cidade de Dourados. Segundo a professora, no local, os alunos construíram kits de biossegurança, um protetor de orelha e um dispositivo de abrir portas, para evitar o uso de maçanetas e diminuir a chance de contaminação pelo vírus. O laboratório também auxiliou os bolsistas Pibex UEMS, que puderam utilizar o espaço para realizar projetos na área.

“Com a implementação do laboratório foi possível produzir 141 kits de equipamentos de proteção individual, contabilizando 435 peças impressas. Esses kits foram doados para escolas estaduais, algumas organizações sociais e instituições do comércio. Além disso, nós desenvolvemos 60 cards de comunicação e divulgação científica com informações sobre a Covid-19, seu enfrentamento e sobre vacinas. Esses cards foram veiculados nas contas de Whatsapp de professores e alunos da escola e no perfil do Instagram do projeto Rede Arara”, aponta a professora.

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