Madrugada fria dobra a procura de moradores de rua por abrigo em Campo Grande

A madrugada desta segunda-feira (21) registrou baixas temperaturas mais uma vez. Se as baixas temperaturas incomodam campo-grandenses, a situação é sinônimo de sofrimento para quem não tem onde morar. Nesta madrugada, 56 pessoas procuraram centros de acolhimento em busca de um lugar quente para dormir.
| 21/05/2018
- 15:13
Madrugada fria dobra a procura de moradores de rua por abrigo em Campo Grande

A madrugada desta segunda-feira (21) registrou baixas temperaturas mais uma vez. Em Campo Grande, foram registrados 7,9°C e sensação térmica de 5°C, segundo a Estação Meteorológica Uniderp. Se as baixas temperaturas incomodam alguns campo-grandenses, a situação é sinônimo de sofrimento para quem não tem onde morar. Nesta madrugada, 56 pessoas procuraram centros de acolhimento em busca de um lugar quente para dormir.

Desta vez, a procura foi o dobro da madrugada de domingo, quando 27 pessoas procuraram por abrigos voltados ao acolhimento, que fornecem de alimentação, camas e cobertores a pessoas em situação de vulnerabilidade. Reportagem publicada pelo Jornal Midiamax mostra como os moradores de rua tentam se proteger do frio.

Das 56 abordagens registradas, somente cinco moradores aceitaram o encaminhamento para o Cetremi (Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante), localizado na saída para Três Lagoas. Os demais moradores foram orientados e receberam cobertores.

Segundo a Prefeitura, o limite determinado nos abrigos é de até 100 acolhimentos, porém independentemente disso, todos que necessitam são atendidos igualmente com colchões, cobertores, alimentação e banho. “Não há registro de número de moradores de rua, porém a Secretaria atende em média 350 pessoas por mês, sabendo que nem todos fazem o aceite dos serviços”, afirma a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social).

Veja também

Carga horária dos professores será de 20h semanais e remuneração de R$ 3,2 mil

Últimas notícias