Política

‘CPI não terá espaço para achismos nem campanha política’, diz Paulo Corrêa

Primeira reunião acontece amanhã (14) na Assembleia

Ludyney Moura Publicado em 13/04/2015, às 22h11

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Primeira reunião acontece amanhã (14) na Assembleia

O deputado estadual Paulo Corrêa (PR) mandou um recado a colegas da comissão, e afirmou, na tarde desta segunda-feira (13), que a primeira reunião de trabalho da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que vai investigar o suposto ‘mensalão’ da Enersul, pretende buscar documentos juntos à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

“A CPI será mais aberta possível. E vamos buscar documentos para embasar a investigação, não vai funcionar na base do achismo e nem servirá para campanha política”, declarou o republicano em clara alusão ao colega Marquinhos Trad (PMDB).

O peemedebista, que denunciou o suposto esquema de mensalão da concessionária de energia, foi preterido pelos colegas no comando da CPI, que além de Corrêa, terá Beto Pereira (PDT) como relator. O pedetista além de filho de um ex-presidente da Enersul, também tem como chefe de gabinete o ex-gerente de relacionamento com o poder público da empresa, Valter Bortoletto.

Corrêa afirmou que vai pedir auxílio à bancada federal, composta por três senadores e oito deputados federais, para facilitar o acesso integral ao relatório da PwC (PricewaterhouseCoopers), e demais documentos que julgarem necessário.

A CPI vai se reunir todas as terças-feiras, a partir das 16h, na Assembleia Legislativa. Na reunião de amanhã (14), os membros deverão entregar à presidência da comissão os requerimentos de informações que julgarem necessárias. 

Jornal Midiamax