O de informa que pessoas e até empresas mal intencionadas estão enviando mensagens aos consumidores, se passando por representantes da (empresa privada de avaliação de crédito, para a qual são feitas consultas sobre dívidas) e propondo acordos vantajosos para liquidação de dívidas, com pagamento via Pix.

Entretanto, se realizada, a operação de transferência é dirigida para uma pessoa física que alega ser representante da ‘empresa credora'. Com isso, o consumidor é vítima de mais um prejuízo, uma vez que entende estar cumprindo um compromisso e, no entanto, não tem redução na dívida real e cai em um golpe.

O golpe que vem se tornando comum em todas as regiões do país, incluindo Mato Grosso do Sul, é aplicado por meio de mensagens WhatsApp ou quaisquer outros links das redes sociais, cujas sugestões induzem à ‘regularização de débitos'.

 Para melhor convencimento, além de conter o CPF do pseudo devedor, as mensagens são encaminhadas contendo a logomarca da Serasa.

Orientações

O Procon Estadual deixa claro que os acordos realizados junto ao Serasa não envolvem qualquer tipo de avalista, sendo os boletos em nome das empresas com as quais a pessoa tem compromisso e os pagamentos devem ser realizados pelo aplicativo da Serasa.

Sendo assim, qualquer tipo de PIx, boleto, código de barras ou outro método não deve ser aceito sob pena do consumidor ser alvo de prejuízos e não cumprir seus compromissos. Para maior segurança o consumidor deve consultar diretamente a Serasa, por meio do site, como forma de conferir a veracidade da cobrança. Em caso de dúvida, é aconselhável que se dirijam ao Procon Estadual.