Depois de reportagem, menina de 10 anos com dengue será transferida para hospital

A reportagem do Jornal Midiamax mostrou o desespero dos pais com o estado de saúde de Carolinny, de 10 anos, internada com sintomas de dengue. A preocupação de pais ficou ainda mais intensa depois da morte de um menino de cinco anos por dengue hemorrágica em Campo Grande. Menos de meia hora depois da publicação […]
| 26/02/2019
- 16:04
Depois de reportagem, menina de 10 anos com dengue será transferida para hospital

A reportagem do Jornal Midiamax mostrou o desespero dos pais com o estado de saúde de Carolinny, de 10 anos, internada com sintomas de . A preocupação de pais ficou ainda mais intensa depois da morte de um menino de cinco anos por dengue hemorrágica em Campo Grande. Menos de meia hora depois da publicação da matéria, a Sesau informou que a paciente será encaminhada nas próximas horas para uma unidade hospitalar.

A menina está internada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino e a contagem das plaquetas baixou de 155 mil para 27 mil. Segundo a mãe, Laís Fejes, Carolinny precisa de uma vaga em hospital com urgência, já que o quadro pode evoluir para dengue hemorrágica. Os pais aguardavam transferência, mas Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) apontou que faltam vagas na Capital.

Sesau estuda ampliar leitos

A Secretaria ainda informa que estuda ampliar a oferta de leitos em unidades da própria rede municipal para acolher pacientes com dengue. Assim, a população pode receber hidratação e acompanhamento médico.

Para os pais preocupados com o aumento no registro de casos de dengue em Campo Grande, a orientação é de que os responsáveis utilizem repelentes nas crianças e evitem o contato com o , com o uso de camisetas de manga longa e calças. “A prevenção também é essencial, eliminando os criadouros do Aedes que estiverem no ambiente residencial”.

Os sintomas de dengue em crianças são os mesmos que os apresentados em adultos, mas o cuidado deve ser redobrado. “Caso apresente algum sintoma, procurar a unidade de pronto atendimento (UPA ou CRS) mais próxima da residência”, orienta a Sesau.

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