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Deputados defendem rompimento do PMDB com administração de Olarte

Eduardo Rocha defende PMDB "bem longe" da gestão de Olarte e Marun quer deixar claro que não é da base

Midiamax Publicado em 23/02/2015, às 14h58

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Eduardo Rocha defende PMDB “bem longe” da gestão de Olarte e Marun quer deixar claro que não é da base

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), protagonizou parte da reunião de lideranças peemedebistas na manhã desta segunda-feira (23). Isso porque lideranças do partido defendem o rompimento do PMDB com a administração de Olarte.

Pré-candidato a prefeito de Campo Grande, o deputado Carlos Marun (PMDB) já chegou dizendo que o partido precisa deixar bem claro que não participa da gestão de Olarte e que os vereadores que fazem parte tomaram decisão pessoal e não partidária. Segundo o deputado, é preciso definir isso para depois não dizerem que o partido estava apoiando e agora estará enfrentando o prefeito, que deve possivelmente tentará a reeleição.

O deputado foi lembrado que vereadores do PMDB não votam contra Olarte na Câmara e até se dizem da base, mas Marun ponderou que há uma diferença entre apoiar na governabilidade e participar da gestão. Segundo o deputado, a participação de alguns não é imposição para outros dizerem que integram a gestão.

O discurso de Marun foi reforçado pelo líder do PMDB na Assembleia, Eduardo Rocha (PMDB). O deputado também deixou claro que o partido não integra a base do prefeito e chegou a dizer que o “PMDB tem que ficar bem longe deste Olarte”.

Segundo o deputado, o partido ajuda Gilmar Olarte, mas tem data para sair da administração. Ele ressaltou que Edil Albuquerque (PMDB), que hoje é líder do prefeito na Câmara, explicou que ainda tem 23 projetos em andamento, mas com tada para sair. Segundo Rocha, Carla Stephanini deixou claro que não é da base e Vanderlei Cabeludo (PMDB) não se pronunciou sobre o assunto, assim como Mario Cesar.

Algumas lideranças do PMDB foram contra a aproximação com Olarte por conta do pequeno espaço dado ao partido. Alguns vereadores chegaram a dizer que Edil não era representante do partido na gestão e provocaram desentendimento. Revoltado, Edil chegou a dizer que sairia do PMDB, mas depois acabaram apaziguando a situação. Peemedebistas alegam que as escolhas de Olarte, indicando Edil e dando liberdade para Paulo Siufi (PMDB) fazer indicações, foram pessoais e não têm relação com questões partidárias. Apesar das reclamações o PMDB não definiu que vai romper com Olarte.

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