Política / Transparência

Segunda etapa de reforma de escola da Capital vai custar R$ 1,2 milhão

A empresa Marco Arquitetura, Construções e Comércio venceu licitação da SED-MS (Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul) para executar a segunda etapa da reforma da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande. O aviso de resultado foi publicado na edição desta terça-feira (24) do DOE (Diário Oficial Eletrônico). No total, […]

Adriel Mattos Publicado em 24/11/2020, às 09h04 - Atualizado às 09h07

Quadra da unidade é um dos locais que recebe os retoques finais da primeira etapa. (Foto: Arquivo, Vinícius Espíndola, SED-MS)
Quadra da unidade é um dos locais que recebe os retoques finais da primeira etapa. (Foto: Arquivo, Vinícius Espíndola, SED-MS) - Quadra da unidade é um dos locais que recebe os retoques finais da primeira etapa. (Foto: Arquivo, Vinícius Espíndola, SED-MS)

A empresa Marco Arquitetura, Construções e Comércio venceu licitação da SED-MS (Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul) para executar a segunda etapa da reforma da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande.

O aviso de resultado foi publicado na edição desta terça-feira (24) do DOE (Diário Oficial Eletrônico).

No total, o serviço deve custar R$ 1,2 milhão. O resultado foi confirmado em favor da empresa e homologado oficialmente pela SED.

Não foi divulgado o prazo para a execução do serviço, que só deve começar oficialmente quando a empresa receber a Ordem de Início de Serviço.

Primeira etapa

A reforma da escola foi anunciada em 2018 e iniciada no mesmo ano, em licitação que também foi vencida pela Marco Arquitetura. O contrato foi assinado no valor de R$ 2,9 milhões.

A ordem de serviço foi assinada pelo então ministro da Educação, Rossieli Soares. Dividido em dois lotes, o termo contratual foi aditivado no ano passado.

Ao Jornal Midiamax, a SED informou que a primeira etapa já está prestes a ser concluída. Questionada, a assessoria não especificou quais serviços estão inclusos na próxima fase, mas ressaltou que devem ser menores que a etapa atual.

Jornal Midiamax