Indagado sobre cogitação do passe de ônibus chegar a R$ 8, o vereador Marcos Tabosa (PDT) defendeu a instituição da tarifa zero. Na prática, essa é uma forma de, ao invés de o passageiro pagar a tarifa na catraca, o transporte ser bancado pela prefeitura – como acontece com a coleta de lixo, por exemplo.

“Parece brincadeira, cogitando uma passagem de 8 reais, mais fácil tarifa zero. Campo Grande tem que subsidiar esse transporte coletivo. Chega, eles já têm aporte municipal, estadual, federal, isenções municipais”, afirmou o vereador.

Passe de ônibus

Ele explica que todo munícipe já paga impostos, que podem ser aplicados também no transporte. “Assim, as pessoas veem onde o dinheiro está sendo aplicado. Eu defendo a tarifa zero, a gente não consegue fazer CPI, o município fica inerte, Agereg, para que serve? Para nada. Então, tarifa zero”.

Presidente do Consórcio Guaicurus, concessionária que detém o serviço, João Resende disputou para deputado federal nas eleições de 2022. Ele perdeu, mas em sua proposta de mandato, havia justamente a defesa pela tarifa zero.