pode ter o 5º nome na equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A próxima confirmada deve ser a advogada Amanda Anderson, que compõe o corpo técnico voluntário no gabinete de transição.

A presidenta nacional do PDT Diversidade integra o Corpo Técnico Voluntário da pasta de Direitos Humanos, Justiça e Segurança Pública. Então, ao Jornal Midiamax, ela confirmou que está no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) nas últimas semanas.

“Estou no CCBB sim. São 15 dias fazendo contribuição no corpo técnico voluntário”, explica. A publicação da portaria acontece até segunda-feira (28), afirma Amanda.

“Vai ser uma portaria, que vão ser nomeados todos os participantes do corpo técnico”, disse. As pautas debatidas são relacionadas ao público LGBT.

Amanda é mulher trans, formada em Direito e pós-graduada em Direitos Humanos pela Unb (Universidade de Brasília). Além de mestranda em Direitos Humanos e Fronteiras UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados).

Sul-mato-grossenses na transição

Mato Grosso do Sul já tem quatro nomes confirmados por portarias. Então, a primeira liderança de Mato Grosso do Sul confirmada no gabinete de transição presidencial foi a senadora Simone Tebet (MDB). Ex-candidata à Presidência, Simone trabalhou ao lado de Lula no segundo turno das eleições e participa da Frente de Desenvolvimento Social do gabinete de transição.

Aparecida Gonçalves, que atuou como Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, foi a segunda confirmada por Geraldo Alckmin para integrar a equipe. Aparecida Gonçalves é natural de Clementina (SP). Contudo, afirmou ser sul-mato-grossense de coração por ter vivido no Estado entre 1988 e 2000, época em que se candidatou ao cargo de vereadora pelo PT (Partido dos Trabalhadores).

Assim, confirmado por portaria, o ex-deputado federal pelo Estado, João Grandão, faz parte do grupo. Ele fará parte do Grupo Técnico de Desenvolvimento Agrário. Advogado, professor e bancário, João cumpriu dois mandatos na dos Deputados por MS, de 1999 a 2003.

Por fim, Luiz Eloy foi o quarto nome de Mato Grosso do Sul confirmado para a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O advogado indígena participa do Grupo Técnico de Povos Originários do Gabinete de Transição.