Política

Em ano de campanha ‘pobre’, confira limite de gastos da maiores cidades de MS

Números de cabos eleitorais também foi estipulado

Jessica Benitez Publicado em 01/08/2016, às 20h34

None
urna_biometrica_df_tre.png

Números de cabos eleitorais também foi estipulado

Em ano que promete ter uma das campanhas mais escassas de recursos, a Justiça Eleitoral divulgou limite de gastos e de cabos eleitores que os candidatos a prefeito e vereador terão neste ano. Em Campo Grande, por exemplo, os que almejam a Prefeitura poderão gastar R$ 6,6 milhões no primeiro turno e pouco mais de R$ 2 milhões no segundo. A equipe contratada não pode passar de 865 pessoas.

Já quem pretende alcançar uma cadeira na Câmara Municipal poderá desembolsar R$ 643,1 mil e ter auxílio de 242 cabos eleitorais, sendo que 595.174 eleitores estão aptos a votar. Em Dourados o limite de gasto para os candidatos ao Executivo é de R$ 1,2 milhão e contratação de 422 pessoas.

Os que pleiteiam o Legislativo da segunda maior cidade do Estado têm direito a contratar 211 nomes e gastar R$ 118,5 mil. O eleitorado é de 152.169. Em Três Lagoas os que disputam cargo de prefeito podem investir R$ 732 mil na campanha e contratar 346 cabos eleitorais.

Para vereador o teto de gasto é R$ 85,9 mil com equipe de 175 integrantes. São 75.844 cidadãos aptos a votar, já em Corumbá esse número cai para 701.547. Por lá os candidatos à prefeitura poderão movimentar pouco mais de R$731 mil, sendo que os concorrentes à Câmara o valor é de R$ 140 mil. As equipes podem ter, respectivamente, 341 e 171 trabalhadores.

Em Ponta Porã os candidatos a prefeito podem gastar R$ 674,1 mil e a vereador R$ 73,3 mil. Os 60.818 eleitores serão abordados por 331 cabos eleitorais de cada um que almeja o Executivo e 176 aos que querem a 'vereança'.

Jornal Midiamax