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Política

Santa Casa aceita contrato ‘curto’ e vai receber R$ 3 milhões em maio

Contrato será prorrogado até o dia 31 de maio
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Contrato será prorrogado até o dia 31 de maio

Uma reunião no começo da tarde desta quinta-feira (7) na Assembleia Legislativa, definiu a prorrogação do contrato entre Prefeitura da Capital e Santa Casa até o final deste mês de maio, com o repasse total de R$ 3 milhões que devem garantir a retomada das cirurgias eletivas.

O encontro foi intermediado pela promotora de justiça de saúde, Filomena Aparecida Depólito Fluminhan, que sugeriu às partes a prorrogação provisória do contrato até que a comissão instituída pela município finaliza o relatório sobre a real situação das contas e serviços do hospital, o maior do Estado.

“O impasse está atrelado a essa fiscalização, que é uma exigência do Governo do Estado para colocar dinheiro no hospital”, frisou a promotora.

Presente ao encontro, o adjunto da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Lívio Viana Leite, afirmou que a gestão tucana só irá definir o montante a ser aportado no hospital após a conclusão do levantamento feito pela comissão.  Filomena criticou a demora na finalização deste trabalho.

Com o acordo celebrado hoje, a prefeitura vai repassar R$ 2,5 milhões à Santa Casa para atendimento de média complexidade e outros R$ 500 mil para alta complexidade.

Contrato

O presidente da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), entidade gestora da Santa Casa, Wilson Teslenco, voltou a afirmar que a unidade não abre mão de um contrato longo com a prefeitura, com a previsão de reajustes periódicos.

“Além de ser de cinco anos o contrato tem que prever o reajuste anual”, disse Teslenco. Ele disse que um mesmo procedimento em 2015 não custará a mesma coisa em 2018, por exemplo, por isso quer ao menos a reposição da inflação a cada ano no contrato. O presidente   destacou que tem feito visitas constantes aos governos estadual, federal e municipal ‘e sempre volta com promessas vazias e nada de recurso’.

“Isso seria um pouco complicado porque trata-se de uma política nacional. No Estado não conheço nenhum hospital com essa previsão”, pontuou Antonio Lastório, ex-secretário estadual de saúde, e que foi ao encontro representando o titular da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), Dr. Jamal (PR).

Também participaram do encontro os deputados Junior Mochi (PMDB), Prof. Rinaldo (PSDB), Cabo Almi (PT), Antonieta Amorim (PMDB), Felipe Orro (PDT), Lídio Lopes (PEN) e Mara Caseiro (PTdoB), além de outros representantes das secretarias de saúde. 

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