A empresária Paraguaia de 58 anos, que foi presa nesta quinta-feira (30) pela em Ponta Porã, na fronteira com Pedro Juan Caballero, é apontada como a principal fornecedora de armas para o crime organizado. Ela morava do lado brasileiro há 40 anos e tinha negócios de fachada.

Entre seus principais clientes está o PCC (Primeiro Comando da Capital). Ela era vendedora de cosméticos no Brasil e dona de empresas que movimentavam bilhões de guaranis em lavagem de do narcotráfico em torno de R$ 143 milhões, no Paraguai.

Segundo os autos, o processo envolveu uma empresa que, entre outros negócios, supostamente fornecia materiais e produtos ao governo paraguaio, bem como importava e exportava armas e munições.

Segundo informações da Polícia Nacional, com base em dados fornecidos pela Polícia Federal do Brasil, a arma utilizada na execução do narcotraficante Jorge Rafaat, uma metralhadora .50 teria sido comercializada por ela.

De acordo com o secretário de segurança de Ponta Porã, Marcelino Nunes de Oliveira, o pedido de partiu de uma investigação do Ministério Público e da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai, após operação contra narcotráfico em 2016 na cidade sul-mato-grossense.

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