Tirados de traficantes, 'monstros aquáticos' mexicanos são novos moradores do Aquário do Pantanal

'Monstros aquáticos' estão fazendo sucesso e remetem a obras famosas como Pokémon e "Como Treinar o seu Dragão".
| 06/07/2022
- 10:10
monstros aquáticos
Axolotes, a nova espécie do Bioparque - (Fotos: @biomaniacom/Reprodução)

O , ou Bioparque, ganhou uma nova espécie "exótica" nesta terça-feira (5). Os Axolotes, ou salamandras mexicanas, são os novos queridinhos do momento e já estão dando o que falar.

"São salamandras que nunca deixam o estado larval. Por não se desenvolverem desse estado, os axolotes não se tornaram animais terrestres como outras salamandras, são anfíbios que vivem a vida dentro da água doce", esclarece o ponto turístico em publicação nas redes sociais.

"Ah, pronto, agora eu quero uma salamandra" foi o principal comentário no mesmo post. Os novos bichinhos estão fazendo sucesso e remetem a obras famosas como Pokémon e "Como Treinar o seu Dragão".

Veja:

Esses animais foram resgatados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) no dia 1 de junho. Eles estavam entre as dez salamandras mexicanas transportadas sem licença e em condições de maus-tratos em Miranda, cidade a 211 quilômetros de Campo Grande.

O que transportava os axolotes foi preso. De acordo com a polícia, agentes fizeram a abordagem do veículo VW Voyage, de placas de Campo Grande (MS), conduzido por um homem, acompanhado por um casal, no km 602 da BR-060.

O passageiro, ao ser entrevistado pelos policiais, demonstrou um nervosismo exagerado e contradições nas respostas apresentadas. Ao vistoriar as bagagens dele, os PRFs encontraram dois sacos plásticos com dois anfíbios dentro, e no porta-malas do veículo, mais oito sacos com salamandras, totalizando dez anfíbios.

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Salamandras mexicanas apreendidas pela Polícia agora moram no Bioparque - (Foto: @biomaniacom/Reprodução)

Ainda segundo a PRF, as salamandras, da raça Salamandra Axolote, de origem da Cidade do México, necessitam de oxigênio para sobreviver e estavam sendo transportadas de forma precária com pouco oxigênio, além de estarem há mais de doze horas sem troca de oxigênio. Além disso, o homem não possuía licença para transportar os animais. Ele disse que trabalha com comércio de animais e que a intenção era revendê-los pelo dobro do preço adquirido.

O homem foi detido e encaminhado para o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) de Corumbá, juntamente com os animais. Cinco, dos dez resgatados, foram direcionados ao Bioparque Pantanal, onde agora moram e seguem recebendo todos os cuidados.

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