Após três dias de paralisação, os servidores da Educação da Rede Municipal de Corumbá, cidade localizada a 417 km de , retornaram as atividades normalmente.

Segundo o Gabriel Omar, presidente do Simted (Sindicato dos Trabalhadores da Educação), “na Geral realizada na tarde desta quarta-feira (25) algumas decisões foram tomadas, porém, primeiro temos que oficializar para a Semed (Secretaria Municipal de Educação) e a prefeitura antes de emitíramos a nota para a população”.

Reivindicações

A principal queixa é a não implementação do salarial, baseado na formação de nível superior, prometido desde maio – uma promessa ignorada há quase seis meses.

Eles também criticam o abono salarial de 4,8% oferecido pela prefeitura em 2023, argumentando que esse aumento é insuficiente para cobrir suas despesas básicas.

Os funcionários administrativos da educação aderiram à paralisação, exigindo um plano de cargos e carreiras que reconheça suas responsabilidades, esperando que a prefeitura conclua os estudos de impacto orçamentário para sua implementação em 2024.

A precariedade das escolas municipais também é uma preocupação significativa. Muitas sofrem com falta de ar-condicionado, manutenção inadequada e riscos à segurança dos alunos e dos trabalhadores. relatam que frequentemente precisam gastar do próprio bolso para adquirir materiais didáticos e fazer reparos necessários nas escolas.

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