Cotidiano

Com avalanche de denúncias, Procon-MS notifica Consórcio Guaicurus

O Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de MS) notificou o Consórcio Guaicurus, responsável pelo serviço de transporte público coletivo em Campo Grande, a explicar as irregularidades que basearam diversas denúncias de passageiros em Campo Grande. Entre os questionamentos estão os horários em que são realizadas as ligações nos itinerários citados; se ...

Guilherme Cavalcante Publicado em 26/05/2020, às 11h43 - Atualizado às 12h11

Veículo lotado flagrado por leitores em meio à pandemia | Foto: Fala Povo | WhatsApp
Veículo lotado flagrado por leitores em meio à pandemia | Foto: Fala Povo | WhatsApp - Veículo lotado flagrado por leitores em meio à pandemia | Foto: Fala Povo | WhatsApp

O Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de MS) notificou o Consórcio Guaicurus, responsável pelo serviço de transporte público coletivo em Campo Grande, a explicar as irregularidades que basearam diversas denúncias de passageiros em Campo Grande.

Entre os questionamentos estão os horários em que são realizadas as ligações nos itinerários citados; se houve ou não redução na quantidade de veículos para o atendimento; a capacidade permitida e modo de operacionalização; e, também, se as informações aos consumidores em relação a horários e redução da frota estão claros e adequados nos terminais e nos veículos.

De acordo com o órgão, as reclamações mais recorrentes se dão em relação as linhas 085 e 116. O Jornal Midiamax, porém, publicou diversas reportagens com denúncias de irregularidades, inclusive de decretos municipais, nos quais ônibus foram flagrados circulando com quantidade de passageiros maior que o permitido, além de linhas com horários irregulares ou que deixam de circular mais cedo que o previsto.

O Procon-MS informou que o Consórcio Guaicurus tem dez dias para protocolar as repostas nos órgão. O não atendimento as solicitações no prazo concedido ou a prestação de informações incompletas ou inadequadas poderá levar a medidas de âmbito administrativo como é o caso de multas, que podem chagar a R$ 50 mil.

Jornal Midiamax