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Cotidiano

Com suspeita de irregularidades, Conselho Tutelar suspende eleição em Campo Grande

O CMDCA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente) suspendeu o resultado provisório das eleições para membros dos conselhos tutelares em Campo Grande. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial nesta quarta-feira (16). Segundo a deliberação, o resultado provisório da eleição para o Conselho Tutelar do quadriênio 2020-2023 foi suspenso depois de […]
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(Foto: Henrique Arakaki/Midiamax)
(Foto: Henrique Arakaki/Midiamax)

O (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente) suspendeu o resultado provisório das eleições para membros dos conselhos tutelares em . A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial nesta quarta-feira (16).

Segundo a deliberação, o resultado provisório da eleição para o do quadriênio 2020-2023 foi suspenso depois de recomendações da 46ª Promotoria de Justiça de Campo Grande do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul). A decisão foi tomada depois de uma série de polêmicas envolvendo as eleições e após a comissão eleitoral ser chamada para prestar esclarecimentos na Câmara de Vereadores.

Nesta terça-feira (15), a representante da Comissão Eleitoral do CMDCA, Alessandra Hartman alegou que a inclusão de candidatos sub judice desorganizou o processo de apuração da eleição. Com utilização de urnas de lona e cédulas de papel e demora na divulgação do resultado, o vereador Wellington Oliveira (PSDB) pediu na última semana a anulação do processo por requerimento à SAS (Secretaria de Assistência Social).

Cinco dos 25 candidatos mais votados nas eleições para Conselheiro Tutelar participaram do processo de escolha na modalidade “sub judice”, ou seja, por determinação de uma liminar judicial. Liana Maria Maksoud Machado (696 votos), Vânia Aparecida da Silva Oliveira Nogueria (495 votos), Adriana Marques Mourão Cabrera (422 votos) , Mirian Góes Falcão (414 votos) e Adriano Ferreira Vargas (319 votos) foram reprovadas em pelo menos uma das etapas que antecedeu as eleições.

O processo eleitoral ainda foi marcado por desorganização e tumultos, como longas filas, grande tempo de espera, eleitores que não constavam em listas de aptos para votar e, principalmente, a substituição das modernas urnas eletrônicas pelas de lona, com votação em cédulas de papel. Além disso, houve demora na apuração do resultado.

(colaborou Guilherme Cavalcante)

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