Política / Transparência

Servidores da Câmara começarão a bater ponto eletrônico neste mês, diz presidente

Os servidores da Câmara Municipal de Campo Grande devem começar a registrar a frequência no ponto eletrônio em julho, de acordo com o presidente da Casa de Leis, vereador João Rocha (PSDB). Nesta quinta-feira (dia 4), o Legislativo municipal publicou resolução no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), na qual institui o controle biométrico dos […]

Mayara Bueno Publicado em 04/07/2019, às 09h04 - Atualizado às 14h23

Vereadores no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG/Arquivo).
Vereadores no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG/Arquivo). - Vereadores no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG/Arquivo).

Os servidores da Câmara Municipal de Campo Grande devem começar a registrar a frequência no ponto eletrônio em julho, de acordo com o presidente da Casa de Leis, vereador João Rocha (PSDB).

Nesta quinta-feira (dia 4), o Legislativo municipal publicou resolução no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), na qual institui o controle biométrico dos funcionários públicos. Desde o começo do ano, a Câmara divulga compra dos equipamentos e outras ações necessárias para efetivação do controle eletrônico.

Segundo o presidente, os servidores já tiveram a biometria cadastrada e agora a implantação está em fase final. “Vai começar primeiro como teste. Acredito que em julho já comece”, afirma Rocha.

Hoje, o controle de presença é feito por meio de assinatura em folha. De acordo com o documento, os servidores efetivos e comissionados cumprem jornada mínima de seis horas por dia. O período regular para cumprimento é das 7 horas às 18 horas. “A jornada de trabalho na Câmara Municipal é dividida em dois turnos ininterruptos, sendo: das 7 às 13 horas e das 12 às 18 horas”.

Com o registro, será formado um banco de horas que registrará créditos e débitos da carga cumprida, “possibilitando usufrutos e compensações, conforme o caso”. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul instituiu o registro eletrônico há pelo menos dois anos.

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