Sem mandato antes da hora, político de Campo Grande corre risco de ficar também sem segunda parcela dos motivos que o fizeram aceitar ‘acordo partidário’. E, segundo fofoca em diretório municipal, seriam milhões de motivos.

No entanto, o acordo teria ‘parcelado’ a listagem de tantos motivos.

Assim, primeira parcela repassada em espécie empolgou e encorajou o sujeito a ficar sem mandato. Já o restante dos motivos, seria repassado aos poucos durante campanha eleitoral de 2024.

‘Político sem mandato não apita nada’

Além disso, teria supostamente saído incomodado de reunião onde ouviu em alto e bom som que “na hora do pega pra capar, político sem mandato não apita nada”.

A frase se referia a outro político, mas serviu para o sujeito tomar um choque de realidade. “Me avisaram que rei posto, rei morto, mas não achei que seria tão rápido”, lamentou.

Desta forma, andou consultando gente mais experiente sobre como deve proceder.

Por fim, para completar o quadro de desespero, político teria entregue gabinete com promessa de acesso direto a cofre desejado por muitos. De lá, tiraria o restante dos motivos.

Agora, após escândalo pegar de calça nas mãos quem jamais imaginava ficar exposto, já tem gente dizendo que o sujeito pode ficar de mãos abanando.

Aos mais próximos, já teria relatado que está preocupado.

Com os recados implícitos para grupos políticos em eventos recentes, andou dizendo que acha ter apostado no cavalo errado e acabou sem mandato.

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