Projeto requentado com pompa em Mato Grosso do Sul abusa do discurso ecológico para, literalmente, ‘emplacar’ ganhos na base da picaretagem.

Segundo dizem, balela ecofurada não resiste a 15 minutos de questionamentos e envolve turma acostumada a atuar onde for possível embolsar algum.

No entanto, desta vez precisam usar nome de órgão sul-mato-grossense do qual juravam manter o controle após as últimas eleições.

Não rolou, e o elo da conexão que mantém uma cadeira no local estaria passando por cima de quem manda agora na Casa.

Chamado pelos colegas de ‘fala-fino’ acionou comunicação e mandou a propaganda para picaretagem sair do jeito que desejava, mesmo à revelia de quem manda.

Assim, a falta de noção deve render desdobramentos, dizem assessores que acompanham os bastidores do órgão.

Projeto ganhou destaque à força

Além disso, dizem que já tem gente pedindo para avaliar o que haveria de novo no projeto pomposo e politicamente correto.

Usa bandeiras modernas para justificar entrada de esquemas no circuito, mas pode atrapalhar porque revisita planos onde a casa já andou torrando verba.

Ou seja, para ‘emplacar’ mais recursos, teria que explicar onde foi grana que já teria sido destinada ao mesmo assunto, “em plena luz do dia“, alertam.

Picaretagem em MS usa discursinhos batidos e temas da moda

Os supostos integrantes da conexão, verdadeira confraria para dragar verba pública no limite da legalidade, mas além da moralidade, reciclam papos manjados para esquentar golpes.

Assim, projetos disfarçados de preocupação ambiental e mobilização científica seriam na verdade disfarce para galera faturar.

Seria um milharal de oportunidades aquecidas na base da luz solar com acessos a sistemas formado por organizações das entidades corporativas.

Como as mudanças pós-eleições de 2022 alteraram a posição de membros do grupo, com uns ganhando mais espaço, e outros perdendo, os esquemas devem passar por ‘reacomodação de forças’.

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