O presidente interino do Incra, César Schiavon Aldrighi, exonerou o superintendente regional do órgão em Mato Grosso do Sul, Humberto Mota Maciel. A portaria foi publicada na edição de segunda-feira (30) do DOU (Diário Oficial da União).

Foi a segunda passagem do engenheiro agrimensor, que estava no cargo desde outubro de 2021. Ele chefiou o Incra no Estado entre 2016 e 2019. Não foi nomeado o novo superintendente regional.

Na semana passada, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), exonerou os três coordenadores regionais da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Tatiana Marques Garcia deixou o cargo em Campo Grande, Valdir Roloff saiu do escritório em Dourados e José Patta Moreira não atua mais em Ponta Porã. 

O coordenador do Dsei/MS (Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul), Luiz Antônio de Oliveira Júnior, também foi demitido. Não foram designados os substitutos.

Indicações para cargos federais em MS

O diretório estadual do PT está discutindo nomes de pessoas que possam assumir cargos de terceiro escalão do governo federal em Mato Grosso do Sul. Entre as indicações e as nomeações, a conclusão desse processo deve se estender até fevereiro.

O presidente estadual do PT, Vladimir Ferreira, disse que a legenda considera alguns órgãos como prioridade e que partidos aliados do governo de Luiz Inácio Lula da Silva também participarão das conversas.

“Iniciamos há alguns dias a discussão sobre espaços que consideramos prioritários, como a Funai e o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]. Teremos aliados e quadros novos, mas não vamos adiantar nomes enquanto não construirmos essa lista”, comentou.

PV e PCdoB, que formam com o PT a Federação Brasil de Esperança, a federação PSOL-Rede, PSB e União Brasil são os partidos que devem indicar nomes, que serão submetidos à presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

“Os ministros ainda estão tomando posse e se inteirando da situação. O governo foi reestruturado, então isso deve se estender ao longo de janeiro e fevereiro”, destacou Ferreira.