Após a morte de uma sul-mato-grossense em show da Taylor Swift no , Campo Grande pode ter lei que garante a entrada de água potável em eventos. O tramita na de Campo Grande.

Se aprovado, a entrada de garrafa de água potável para consumo próprio será liberada em shows, festivais, exposições e eventos na Capital. Contudo, a garrafa deverá ser transparente e estar lacrada.

Não poderá ser cobrada a entrada de garrafa de água, bem como o não cumprimento do disposto no projeto, poderá causar cancelamento do evento. Por fim, a proposta define que a norma deverá ser amplamente divulgada antes do evento.

Protocolada na Câmara, a proposta aguarda votação nas comissões e depois análise dos vereadores em Sessão Ordinária. O vereador Victor Rocha (PP) é autor do projeto.

Ele destaca que o “calor excessivo e temperaturas representam um risco significativo à saúde, especialmente quando as condições são extremas e não são tomadas medidas adequadas para proteger”.

O caso do show no Rio de Janeiro

Ana Clara tinha 23 anos, era natural da cidade de Sonora, em Mato Grosso do Sul, mas morava em Mato Grosso, onde cursava Psicologia em Rondonópolis. Ela viajou para o Rio de Janeiro para assistir ao show de Taylor Swift no estádio Nilton Santos, o Engenhão, e morreu no dia 17 de novembro após passar mal, por causa do forte calor que fazia na cidade, na primeira apresentação da cantora americana no país, durante a turnê “The Eras Tour”.

Ana Clara teve uma parada cardiorrespiratória, chegou a ser socorrida e levada a um hospital na região do estádio, na Zona Norte do Rio Janeiro, mas acabou não resistindo. Além da necropsia, exames toxicológicos e histopatológico, que ficam prontos em alguns dias, devem apontar o que causou a morte da jovem.

A fã de Taylor Swift foi velada em Sonora (MS) e Pedro Gomes (MS) e sepultada nesta última cidade.

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