Política

Prefeitura se reúne nesta 5ª para discutir regras sobre volta de eventos em Campo Grande

Medida começa a ser avaliada devido ao avanço da vacinação e queda nos números da doença

Mayara Bueno Publicado em 22/07/2021, às 09h56

Aglomeração foi proibida no começo da pandemia.
Aglomeração foi proibida no começo da pandemia. - (Foto: Divulgação, Arquivo)

A Prefeitura de Campo Grande deve definir, nesta quinta-feira (22), regras que vão compor resolução para retomada de eventos na cidade. A medida começou a ser considerada com o avanço da vacinação e queda nos índices de infecção da Covid-19.

Segundo o secretário da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Luiz Eduardo da Costa, uma reunião com o prefeito Marquinhos Trad (PSD) e o secretário da Sesau (Secretário Municipal de Saúde), José Mauro Filho, será feita ainda nesta manhã.

"Está sendo feito um diálogo com os setores de eventos e, com isso, uma resolução está sendo construída, um norteamento para começar a valer". Sem detalhar o conteúdo, o secretário disse apenas que cada tipo de estabelecimento terá regramento de acordo com graus de risco baixo, médio e alto. Quantidade de pessoas permitida também será reavaliada, vinculada ao tamanho de cada espaço.

Queda dos índices

O panorama atual é muito diferente do cenário vivido no início do mês de junho, quando houve colapso na saúde pública diante da falta de leitos. Para se ter uma ideia, as últimas duas semanas apresentaram redução de 35% no registro de mortes por coronavírus em Campo Grande, em comparação com a quinzena anterior. 

Somente na última quinzena, entre os dias 4 e 18 de julho, Campo Grande registrou 3.400 casos novos de coronavírus, uma média de 242,8 exames positivos por dia. O número ainda deve melhorar, mas apresenta um avanço em comparação com a quinzena anterior, quando foram registrados 6.021 casos novos, com uma média de 430 exames positivos a cada 24 horas em Campo Grande. Os dados mostram que somente com relação aos casos novos de coronavírus, houve uma redução de 43,5%.

Jornal Midiamax