Simone afirmou ao Jornal Midiamax, que tinha projeto de reeleição no próximo ano. “Foi uma decisão difícil porque meu mandato encerra em 2022, eu tinha projeto de reeleição para o Senado”.

Segundo a senadora, o ponto decisivo de aceitar o convite de ser pré-candidata, foi de não ter nenhuma outra pré-candidata mulher. “Se você me perguntar qual a vírgula, o pontinho que me fez decidir, foi o fato de olhar para triste realidade de que tem 52% de mulheres no Brasil e não teríamos nenhuma pré-candidata mulher para falar do que mais importa para mulher brasileira, para falar de gente, das coisas básicas, do sentimento de amor pelas pessoas, de não aguentar suportar a dor de uma família sendo despejada, passando fome, não tem médico para atender, aliviar o sofrimento de um idoso ou uma criança”.

Conforme a senadora, ter uma voz feminina na disputa é fundamental. “Ainda que lá na frente as coisas possam se encaminhar de outra forma, é fundamental, não sou de fugir da raia”.

A senadora falou ainda sobre o MDB, partido com maior capilaridade e com maior número de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores. “Eu tenho convicção de que nos momentos em que o Brasil mais precisou, foi o MDB que sempre se ergueu, não só na época da ditadura, o MDB sempre muito criticado por não fazer oposição, está sempre apoiando governos, a não ser esse porque é impossível apoiar um desgoverno como o do atual presidente da República, mas é essa a importância do maior partido do Brasil”.