G9 e G10 disputam mesmas presidências e PSDB deve definir comissões na ALMS
Dividida em dois blocos e uma bancada, a ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) deve ter todas as 16 comissões decididas pelos deputados do PSDB. Isso porque os blocos G9 e G10 pretendem disputar a presidência das mesmas comissões, segundo afirmaram nesta quarta-feira (6) na Casa. Cada comissão tem cinco membros, contando com […]
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Dividida em dois blocos e uma bancada, a ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) deve ter todas as 16 comissões decididas pelos deputados do PSDB. Isso porque os blocos G9 e G10 pretendem disputar a presidência das mesmas comissões, segundo afirmaram nesta quarta-feira (6) na Casa.
Cada comissão tem cinco membros, contando com o presidente, e cinco suplentes. Os titulares têm direito a voto e os parlamentares já afirmaram que vão votar apenas nos membros das suas bancadas. Com isso, a votação ficará sempre empatada (dois votos para o G9 e dois para o G10), caindo sobre as mãos dos membros do PSDB (que como maior bancada tem direito de um membro garantido por comissão) o desempate.
Após definição em consenso sobre a CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação), que terá Lídio Lopes (Patriota) como presidente e Barbosinha (DEM) como vice, ambos do G9; Marçal Filho do PSDB e João Henrique (PR) e Gerson Claro (PP) do G10, os blocos veem disputa acirrada pela Comissão de Segurança.
Estão indicados o deputado Cabo Almi (PT), do G9 e Capitão Contar (PSL) e Coronel David (PSL), do G10. Este último bloco promete uma definição interna sobre quem será o candidato indicado para disputar a eleição até a segunda-feira (11).
Antes da reunião que definiu a CCJR, Coronel David admitiu que talvez Lídio Lopes estivesse à frente na disputa pela comissão. “Mas nós podemos, quem sabe, abrir mão pela Comissão de Segurança”.
No entanto, Lídio disse que defenderá os indicados do seu bloco nas disputas. “A presidência de cada uma será decidida no voto. Ganha que tiver três votos”, afirmou.
Para Marçal Filho (PSDB), as disputas entre blocos não devem causar rupturas na Casa. “Quem chega ao parlamento já tem maturidade e sabe o momento de flexibilizar para que as Comissões sejam compostas e trabalhem da melhor forma”, finalizou.
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