Ele apoia fala do governador sobre culpados serem responsabilizados

Ao comentar sobre a , deflagrada nessa terça-feira (29) e que resultou na prisão de nomes ligados ao Estado, o prefeito de esclareceu não ser aliado político do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). O que existe é parceria administrativa entre as gestões de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. Contudo, apoiou a fala do tucano e acredita que, com fatos devidamente comprovado, os culpados devem ser responsabilizados por dano ao erário.

“Politicamente, eu primeiro não sou aliado do Reinaldo, a parceria é administrativa, mas comungo do mesmo pensamento dele, tem que apurar tudo e punir realmente aqueles que comprovadamente cometeram desvio de verba pública”, disse. Por mais que os dois estejam juntos em agendas públicas no último mês, Marquinhos não tem receio de que o cidadão confunda a situação.

“De maneira alguma. A população é madura o suficiente para saber a parceria administrativa que tenho que fazer”, completou citando que a gestão tem que caminhar não só com o governo do Estado, mas também com a bancada federal, estadual, vereadores e até mesmo com o presidente da República, Michel Temer (PMDB). Ele exemplificou que os municípios são os mais pobres na hierarquia dos poderes e dependem dos governos federais e estadual.

Especialista

Advogado criminalista, o prefeito analisou juridicamente o cenário e ficou espantado com a velocidade em que os presos na operação, conseguiram liberdade. “ O que me chama atenção como advogado criminalista é o fato do Tribunal de Justiça determinar soltura de quase todos eles após algumas horas de prisão, no campo do direito, isso somente acontece quando os fundamentos da prisão são raquíticos e frágeis”, analisou.

Antivírus

'Parceria é administrativa', diz Marquinhos sobre escândalo no Detran-MS

O diretor-presidente do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito), Gerson Claro (PSB), bem como seu adjunto Donizete Aparecido da Silva, o chefe da divisão de execução orçamentária, finanças e arrecadação Érico Mendonça e o diretor do departamento de TI (Tecnologia da Informação) Gerson Tomi, além do servidor da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda), Luiz Alberto Oliveira Azevedo, chegaram a ser presos, mas conseguiram habeas corpus e estão em liberdade.

Jonas Schimidt das Neves e Claudinei Rômulo, sócio e secretário da Digitho Brasil respectivamente, também tiveram prisão temporária revogada por decisão foi do desembargador Joao Maria Lós. Eles terão de cumprir algumas determinações, como não frequentar ou manter contato com servidores do Detran, por exemplo.