Política

Delcídio vai falar no Roda Viva sobre a Lava Jato, Temer e crise política

Programa vai ao ar às 21 horas no horário local

Ludyney Moura Publicado em 16/05/2016, às 12h51

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Programa vai ao ar às 21 horas no horário local

O agora senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido), ex-líder do governo Dilma Rousseff (PT) no Senado, será o entrevistado desta noite do programa Roda Vida, da TV Cultura, e promete falar sobre temas polêmicos como a Operação Lava Jato, crise política e o novo governo Temer.

Delcídio foi procurado pela reportagem do Jornal Midiamax para revelar trechos do que pretende contar à bancada de jornalistas que o entrevistará, todavia, segundo sua assessoria, o ex-senador se comprometeu com a emissora a não antecipar suas revelações.Delcídio vai falar no Roda Viva sobre a Lava Jato, Temer e crise política

O programa desta noite, que começa às 22hs (horário DF) será apresentado por Augusto Nunes e contará ainda com a presença de Eliane Cantanhêde (colunista do jornal O Estado de S. Paulo); Vera Magalhães (editora-executiva e colunista da Revista Veja); Natuza Nery (editora da coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo); André Guilherme Vieira (repórter do jornal Valor Econômico); e Flávio Freire (coordenador nacional e de política da sucursal do jornal O Globo, em São Paulo), além da participação do cartunista Paulo Caruso.

O ex-petista teve o mandato de senador cassado na última terça-feira (10), por quebra de decoro parlamentar, depois de ter sido preso no final de 2015, sob acusação de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

Delcídio começou sua vida pública em 1980, quando foi engenheiro-chefe da construção e montagem da usina hidrelétrica de Tucuruí, no Pará. Onze anos depois, comandou a Eletrosul. Em 1995, atuou como ministro de Minas e Energia no final do governo de Itamar Franco. Elegeu-se senador pelo PT em 2002. Ganhou projeção nacional ao presidir a CPI dos Correios, que apurou o Mensalão em 2005. Por indicação da presidente Dilma Rousseff, foi líder do governo no Senado e no Congresso Nacional, em 2015.

Sua delação premiada foi alvo de críticas de oposicionistas e governistas, já que em suas revelações à força tarefa da Lava Jato, ele envolveu figuras políticas como ex-presidente Lula, a presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente em exercício, Michel Temer e o senador tucano Aécio Neves.

Jornal Midiamax