Servidores estaduais da Educação aguardam até dia 14 proposta salarial

Servidores estaduais de educação aguardam proposta do governo
| 01/05/2015
- 03:54
Servidores estaduais da Educação aguardam até dia 14 proposta salarial

Servidores estaduais de educação aguardam proposta do governo

Servidores administrativos das escolas estaduais de Mato Grosso do Sul podem entrar em greve a partir do dia 14 de maio. A previsão é do presidente do Sintede-CG (Sindicato dos Servidores Administrativos da educação Pública Estadual de Campo Grande), Wildes Ovando Pereira. Aproximadamente 150 trabalhadores da educação se reuniram na tarde desta quinta-feira (30), no auditório da Fetems (Federação dos TrabalhadoresEducação de Mato Grosso do Sul) para discutirem o reajuste salarial da categoria. Eles pedem aumento de no mínimo 8%.

Conforme Wildes o governador do Estado, Reinaldo Azambuja tem ‘mandado recado pela imprensa’ avisando que não será possível conceder o aumento aos trabalhadores. No entanto, tal atitude tem deixado a categoria insatisfeitatendo em vista que, segundo Wildes, Reinaldo não chegou a ter um diálogo oficial com os trabalhadores.

“Estamos preparando a categoria para o que vier. Ele não se reuniu conosco ainda, sabemos das declarações dele por causa das notícias da imprensaCaso ele não conceda o reajuste nós vamos entrar em greve em todoEstado”, disse.

Em Campo Grande são 1.500 servidores administrativos e, em todo o Estado, 5.800. A luta pelo reajuste salarial do Sintede-CG é seguida também pela Fetems. A Federação também espera que o governador conceda mais 10.98% de reajuste dos vencimentos dos professores para cumprir negociação estabelecida pelo ex-chefe do Executivo, André Puccinelli.

Uma reunião marcada para o dia 10 de maio entre Reinaldo, representantes do Sintede-CG e da Fetems, deve por em evidências as reivindicações sindicais para que haja um acordo sobre os salários dos servidores.

Também está agendada para o dia 14 uma manifestação dos trabalhadores da educação na Assembleia Legislativa para impedir que seja votado projeto que prevê eleição para diretores de escolas somente com a participação de professores.

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