Prefeito disse que crise é nacional

Em reunião com vereadores na noite de ontem (6) o prefeito de Campo Grande, (PP), falou rapidamente sobre a CPI das Contas Públicas, aberta na terça-feira (5) na Câmara. Segundo vereadores, o prefeito disse que a CPI é desnecessária, mas que está disposto a responder questionamentos.

“Ele falou que no entendimento dele não era necessário porque é momento de crise nacional e não inventou ou quis que acontecesse. Que isso não é só aqui, mas no Brasil inteiro. Mas, se a conversa era não abrir a CPI, não convenceu”, contou Chiquinho Telles (PSD).

Segundo vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB), o prefeito falou pouco sobre a CPI na reunião, mas não demonstrou preocupação. “Falou que não tem problema nenhum, que se achamos que tem que fazer, que faça”, declarou.

Já o vereador Carlão minimizou a fala do refeito sobre a CPI na reunião. Ele faz questão de ressaltar que  a CPI é irreversível e não depende de reunião com prefeito. “Somos escravos do regimento. Os partidos vão indicar os membros. Não tem conversinha. Não pode mais retirar assinatura depois que a CPI é declarada aberta”, opinou.

Na sessão de ontem na Câmara alguns vereadores ainda falavam da possibilidade de recuo de vereadores da base, mas tanto Chocolate (PP) quanto Eduardo Romero (PTdoB) disseram que não voltam atrás. Eduardo, inclusive, se ofereceu para ser indicado do partido na CPI.

Na avaliação de Paulo Pedra (PDT), autor do pedido de CPI, a Câmara não tem como recuar porque a sociedade não entenderia o porquê desta atitude, o que causaria um desgaste ainda maior, principalmente nas redes sociais.

 

 

 

 

 

 

 

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