Motociclista que bateu em ônibus na Piratininga morre na Santa Casa de Campo Grande

Motociclista estava indo para um curso quando acidente aconteceu
| 01/06/2022
- 07:19
Motociclista que bateu em ônibus na Piratininga morre na Santa Casa de Campo Grande
Moradores próximos relatam muitos acidentes devido à alta velocidade e ao grande fluxo de veículos no local (Midiamax)

Morreu na , durante a madrugada desta quarta-feira (1º), o motociclista Kurt Waldney Batista da Silva, de 44 anos. Ele bateu de frente com um ônibus, na noite dessa terça-feira (31), na Rua Anhumas. 

Segundo a irmã de 38 anos de Kurt, ele estava a caminho de um curso no Senai, que fazia durante as noites. O motociclista tinha uma filha de 4 anos. Ele foi levado pelo Corpo de Bombeiros com suspeita de politraumatismos e traumatismo cranioencefálico, para atendimento na Santa Casa.

O acidente

O motociclista seguia em uma Honda Titan, pela Rua Anhumas, no sentido sul - norte e o coletivo, linha 131 - T. Morenão / Centenário, transitava no sentido oposto. A colisão aconteceu no momento em que o ônibus fazia uma conversão à esquerda, para entrar na Rua Anhanguera.

O impacto da moto contra o ônibus foi muito forte. O para-brisa do ônibus chegou a ficar danificado com a batida. Não é descartado que o motociclista estaria em alta velocidade. "Quando eu vi já estava em cima", disse o motorista sobre o momento em que fazia a conversão.

Moradores próximos relatam muitos acidentes devido à alta velocidade e grande fluxo de veículos, principalmente em horários de pico. "É um acidente por semana, principalmente em horário de pico. É complicado passar neste cruzamento", diz a auxiliar de limpeza, Ana Correa Batista, 30, que mora próximo ao local do acidente, há aproximadamente dois anos. Ana Luiza conta que a Rua Anhumas poderia ter quebra-molas antes do cruzamento. Ela também relata que muitas crianças atravessam as vias nos horários de entrada e saída de escola.

"Escutei um barulhão, ele ficou desacordado uns cinco minutos e foi levado pelos bombeiros", conta o porteiro Leonardo Oliveira, de 26 anos. O morador diz que deve ter sinalização para reduzir a velocidade no local para não ocorrer mais acidentes.

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