Polícia deflagra operação contra quadrilha que movimentou R$ 10 milhões em cocaína e cumpre mandados em MS

Nove mandados são cumpridos em Mato Grosso do Sul
| 04/05/2022
- 07:46
Polícia deflagra operação contra quadrilha que movimentou R$ 10 milhões em cocaína e cumpre mandados em MS
(Reprodução)

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a operação 'Sistema' contra quadrilha que usava caminhões e batedores para o transporte de cocaína. São cumpridos mandados em Mato Grosso do Sul e mais quatro estados brasileiros.

No Estado, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, e não há informações se pessoas foram presas. Os mandados foram expedidos no , e são ao todo 130 de prisão temporária, busca e apreensão, além do sequestro de bens.

Informações do portal G1 apontam que a quadrilha se dividia em dois núcleos, e a polícia descobriu que eles planejavam e executavam ações para transporte de cocaína. A suspeita é de que, desde o início da apuração, o grupo tenha movimentado R$ 10 milhões.

Uma conselheira tutelar também seria alvo da operação. Segundo informações, os suspeitos realizavam supostas ações sociais na Vila Telebrasília para angariar apoio da comunidade. Os investigadores apontam que há registros de que a organização patrocinou festas de e de Páscoa.

A quadrilha fez dois grandes carregamentos, sendo o primeiro em novembro de 2020, em Goiás. Na época foram apreendidos 300 quilos de cocaína. Já na segunda apreensão em fevereiro deste ano foram apreendidos 205 quilos de cocaína.

Lavagem de dinheiro

Segundo as investigações, o grupo desenvolveu um mecanismo de lavagem de dinheiro para lavar os valores obtidos por meio do tráfico, que contou com o apoio de uma organização criminosa de Minas Gerais.

Os membros da quadrilha já tinham sido alvos de outra operação em março de 2021. As investigações apontaram que os criminosos usavam empresas fictícias para movimentar dinheiro do crime organizado de todo país. Os valores chegam a R$ 750 milhões.

Cerca de R$ 2 milhões da organização criminosa do Distrito Federal passaram pelas contas das empresas de fachada dos suspeitos alvos da operação em Minas Gerais.

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